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Chico Rei
Entre Nós

(Brasil, 2020, 94’, dir. Joyce Prado)

Chico Rei foi um rei congolês que se tornou escravo e libertou a si mesmo e a seus súditos durante o Ciclo de Ouro em Minas Gerais. Sua história é o ponto de partida para explorar os diversos ecos da escravidão brasileira na vida dos negros de hoje em dia, entendendo seu movimento de autoafirmação e liberdade a partir de uma perspectiva coletiva.

Ficha Técnica

 

  • Direção: Joyce Prado

  • Roteiro: Natália Vestri e Joyce Prado

  • Direção de Fotografia: Nuna Nunes

  • Técnica de som: Evelyn Santos

  • Edição: Tatiana Toffoli

  • Edição de som: João Victor Santos

  • Correção de cor: Henrique Raganatti

  • Produção: André Sobral

  • Produção Executiva: Juliana Vedovato e Laura Barzotto

  • Trilha sonora original: Sérgio Pererê com uma faixa por Emicida

  • Produtora: Abrolhos Filmes

Sessões na Mostra

Online

17/09 a 19/09 - Plataforma TodesPlay 

*online 48h, sempre das 20h - 20h (BRT)

Presencial

19/09, às 15h30 (BRT) - Centro Cultural São Paulo

Sala Paulo Emílio | 99 lugares (limitados a apenas 40% da capacidade)
Rua Vergueiro, 1000 - Metrô Vergueiro - São Paulo

 

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#OutrasHistóriasPossíveis: Os filmes Arriaga (Portugal, 2019), Bastien (Portugal, 2016), Chico Reis Entre Nós (Brasil, 2020), Dor Fantasma: Uma carta a Henry A. Kissinger ((Angola, 2020) e Eu Preciso Destas Palavras Escrita (Brasil, 2017) integram o eixo temático da Mostra OUTRAS HISTÓRIAS POSSÍVEIS: memória, vozes e disputa de narrativas. Esses filmes, de modo geral, abordam a memória que, de acordo com Edson Lopes Cardoso, militante do Movimento Negro desde os anos de 1970, é a "arma mais poderosa" para recuperar experiências individuais e coletivas apagadas e silenciadas pelo racismo. Em Chico Rei Entre Nós, os relatos são apenas de pessoas negras de Ouro Preto, reforçando a ideia da cultura oral como memória e resistência simbólica e territorial.

19/09, às 19h (BRT), na                        e no 

Debate OUTRAS HISTÓRIAS POSSÍVEIS, com 

 

  • GRACIELA GUARANI, pertencente à nação Guarani Kaiowá e Aché, é produtora cultural, ativista, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Trabalhou na direção, roteiro e fotografia de mais de dez obras audiovisuais. Participou da Mesa Redonda Internacional de Mulheres na Mídia e no Cinema na Berlinale 2020.

  • STEPHANIE MOREIRA, mulher negra potiguar, mãe, abyan do Ilê Olorun, militante do movimento negro, aprendiz de angoleira. Criadora da Negro Charme Moda Afropotiguar e coordenadora de articulação e intercâmbio do @quilomboflordemilho. É doutoranda em Estudos Étnicos e Africanos na UFBA, pesquisa a criação de memórias por populações subalternizadas no Brasil. 

  • EDSON CARDOSO, mestre em Comunicação Social pela UnB, doutor em Educação pela USP, e militante do Movimento Negro desde os anos de 1970.

  • Intervenção poética de LUZ RIBEIRO, integra o grupo de pesquisa e teatro “coletivo legítima defesa”, escreve desde que fora alfabetizada e nem por isso se acha poeta, sonha com o dia que será poesia. Slammer. Luz é: mar-mãe de ben e filha-mar de odoya.

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19/09, às 14h (BRT) 

CAMINHADA SÃO PAULO NEGRA, com 

 

  • GUIA NEGRO, plataforma de afroturismo que organiza experiências turísticas em São Paulo e Salvador, além de inspirar que mais pessoas viagem para conhecer a história e cultura negra. Guilherme Soares Dias, é fundador da plataforma, jornalista e anfitrião da Caminhada, junto com Heitor Salatiel, fotógrafo e produtor cultural.

 

Sobre a Caminhada: Em um percurso de 3,5 km, resgata as histórias negras da cidade de São Paulo. O tour aborda a migração africana atual, a música e os movimentos negros modernos.  INSCREVA-SE AQUI, até 17/09.
 

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Sobre a realizadora

 

Joyce Prado é formada em "Comunicação Social: Rádio e TV” pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e é especialista em "Roteiro Audiovisual" pelo Centro Universitário SENAC. Desenvolve trabalhos na área de cinema documental, ficcional e publicitário como diretora e produtora. Sua produção é voltada para a cultura afro-brasileira e diaspórica, sendo fundadora da Oxalá Produções. “Chico Rei Entre Nós” é seu primeiro longa-metragem documental.