LONGAS
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Cavalo

(Brasil, 2020, 85’, dir. Rafhael Barbosa e Werner Salles Bagetti)

 

Envolvidos num processo artístico, sete jovens dançarinos são provocados a um mergulho em suas ancestralidades.

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Chico Rei Entre Nós

(Brasil, 2020, 94’, dir. Joyce Prado)

Chico Rei foi um rei congolês que se tornou escravo e libertou a si mesmo e a seus súditos durante o Ciclo de Ouro em Minas Gerais. Sua história é o ponto de partida para explorar os diversos ecos da escravidão brasileira na vida dos negros de hoje em dia, entendendo seu movimento de autoafirmação e liberdade a partir de uma perspectiva coletiva.

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Nhemongueta Kunhã Mbaraete

(Brasil, 2020,  203', dir. Michele Kaiowá, Graciela Guarani, Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Sophia Pinheiro)

O projeto Nhemongueta Kunhã Mbaraete é uma troca de vídeo-cartas entre três mulheres indígenas e uma não indígena, sob a perspectiva afetiva, etnofilosófica e crítica perante o processo atual de isolamento social e o universo que as permeia.

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O Caso do Homem Errado

(Brasil, 2017, 77’, dire. Camila de Moraes)

 

O documentário conta a história do jovem operário negro Júlio César de Melo Pinto, que foi executado pela Brigada Militar, nos anos 1980, em Porto Alegre. Além do caso que dá título ao filme, a produção discute ainda as mortes de pessoas negras provocadas pela polícia.

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Raízes 

(Brasil, 2020, 72’, dir. Simone Nascimento e Well Amorim)

 

Em busca de suas raízes, Kelton resgata a ancestralidade de sua família e se depara com o apagamento da história do povo negro brasileiro.

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Sementes: Mulheres Pretas no Poder

(Brasil, 2020, 105', dir.  Éthel Oliveira e Júlia Mariano)

Em resposta à execução de Marielle Franco, as eleições de 2018 se transformaram no maior levante político conduzido por mulheres negras que o Brasil já viu, com candidaturas em todos os estados. O documentário acompanhou essas mulheres, em suas campanhas, mostrando que é possível uma nova forma de se fazer política no Brasil, transformando o luto em luta.

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Travessia

(Brasil, 2019, 52', dir.  Elen Linth e Riane Nascimento)

Gloriane e Jacqueline são imigrantes haitianas que vivem em Manaus. Enquanto Jacqueline se mantém no novo país às custas da sua pacata venda, Gloriane faz o possível para conseguir os documentos necessários para retornar ao Haiti. Sozinhas, mãe e filha percorrem um longo caminho para trazer parte de sua família para o Brasil.

CURTAS
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A Sússia

(Brasil, 2018, 17’, dir. Lucrécia Dias)

 

Ao som de caixas, pandeiros e bumbos, mulheres e homens de todas as idades cantam, tocam, batem palmas, dançam, recriam as tradições e recontam sua própria história na Comunidade Quilombola Lagoa da Pedra.

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Arriaga

(Portugal, 2019, 24’, dir. Welket Bungué)

Nas margens de Lisboa, Arriaga um jovem de 25 anos vindo de uma família de imigrantes de classe média, caminha solitário pelas ruas silenciosas e enrugadas pelos vícios da noite à procura de desacatos para passar a pertencer a um bando. Tudo acontece num único lugar, tudo gira em torno de um único momento, o que é suspeito só o inesperado pode descortinar.

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Bastien

(Portugal, 2016, 20’, dir. Welket Bungué)

 

Bastien é a história de um jovem de 24 anos que cresceu numa Instituição e há seis anos regressou à casa de sua família de acolhimento. Vivendo no fio da navalha, Bastien depende de um mundo ingrato e degenerado, entre sonhos que se desmoronam e vidas que se salvam.

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Dor Fantasma (Phantom Pain: A letter to Henry A. Kissinger)

(Angola, 2020, 8’42'', dir. Kiluanji Kia Henda)

Inteiramente filmado na rua onde o artista cresceu, Phantom Pain é uma carta de Kiluanji Kia Henda ao antigo Secretário de Estado dos Estados Unidos (1973-77), Henry A. Kissinger. De acordo com o oficial da C.I.A. John Stockwell, citado no filme, Kissinger ordenou a C.I.A., profundamente envolvida no apoio da invasão de Angola pela África do Sul, de “manter o conflito aceso”. Kiluanji reconstrói as consequências reais de tais veredictos externos, brutais e revoltantes, através das suas recordações de infância, incluindo imagens do maior Centro Ortopédico em Luanda da altura, onde inúmeras próteses de membros atestam sofrimentos recentes.

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Entremarés

(Brasil, 2018, 20’, dir. Anna Andrade)

No chão de lama, mulheres compartilham os seus vínculos e vivências com a maré, a pesca, e a Ilha de Deus.

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Entre Nós e Mundo

(Brasil, 2019, 17’, dir. Fábio Rodrigo)

Um retrato emocional do momento de vida de Erika, moradora da Vila Ede. Um de seus filhos adolescente foi recentemente assassinado em uma abordagem policial e está preocupada com o outro, que hoje tem 17 e segue vivendo no mesmo bairro. Erika está grávida. O medo, a dor e a alegria se misturam demais na periferia de São Paulo.

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Eu Pareço Suspeito?

(Brasil, 2018, 27’, dir. Thiago Fernandes)

Entre enquadros, prisões, invisibilidade, racismo e mortes muito próximas, o diretor inverte a lente e busca entender os motivos do seu estereótipo ser considerado suspeito.

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Eu Preciso Destas Palavras Escrita

(Brasil, 2017, 19’, dir.  Milena Manfredini)

 

O passado de Arthur Bispo do Rosário é praticamente desconhecido. Sabe-se apenas que era negro, marinheiro e pugilista. Em 1938 é internado na Colônia Juliano Moreira após um delírio místico. Com diagnóstico de esquizofrenia paranoide é iniciada sua peregrinação em busca do divino e da catalogação do universo. 

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Febre Amarela (Yellow Fever)

(Quênia, 2012, 7', dir.  Ng'endo Mukii)

Uma exploração do sentimento de desconforto. A partir de lembranças e entrevistas, o filme foca a autoimagem de mulheres africanas e a busca quase esquizofrênica pela beleza imposta pela mídia.

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Filhas de Lavadeiras

(Brasil, 2018-2019, 22’, dir. Edileuza Penha de Souza)

 

O documentário apresenta histórias de Mulheres Negras que graças ao trabalho árduo de suas mães, puderam ir para escola e refazer os caminhos trilhados pelas suas antecessoras. Suas memórias, alegrias e tristezas, dores e poesias se fazem presente como possibilidades de um novo destino.

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Ipa | Ipá

(Brasil, 2020, 6`10", dir. Thais Scabio)

Ipa | Ipá (efeito e força) é uma reflexão sobre ser mulher, negra, moradora da periferia e liderança durante a pandemia, e sobre como evitar o efeito dominó disparado pelo Covid-19.

Joaosinho

Joãosinho da Goméa – O Rei do Candomblé

(Brasil, 2019, 14’24’’, dir. Janaina Oliveira ReFem e Rodrigo Dutra)

 

O filme apresenta Joãosinho da Goméa como narrador principal de sua história: as músicas cantadas por ele, performances provocadoras e arquivos diversos ressaltam sua importância para as religiões de matriz africana. A Rainha Elizabeth II disse que se o candomblé tivesse um rei, seria Joãosinho da Goméa, o Rei do Candomblé.

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O Bocado da Cova da Moura que há em Nós

(Portugal, 2014, 21', dir. Edson Diniz e Edu Semedo)

Um pequeno documentário feito sobre o Bairro Cova da Moura - uma das maiores e mais antigas comunidades de população negra existentes na área metropolitana de Lisboa -, por um grupo de jovens moradores da zona, situada na Linha de Sintra, município da Amadora, que se juntou para contar um pouco sobre a realidade que vivem e as expectativas que possuem sobre o futuro, deles e do bairro.

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Pontes Sobre Abismos

(Brasil, 2017, 8’28’’, dir. Aline Motta)

 

Instigada pela revelação de um segredo de família, Aline partiu em uma jornada à procura de vestígios de seus antepassados. Ela viajou para áreas rurais no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, Portugal e Serra Leoa, pesquisando em arquivos públicos e privados e, ao mesmo tempo, criando uma contra-narrativa do que geralmente se conta sobre a forma como as famílias brasileiras foram formadas.

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Thinya

(Brasil, 2019, 16’09’’, dir. Lia Letícia)

Minha primeira viagem ao Velho Mundo. Minha fantasia aventureira pós colonial. [Um discurso muda uma imagem?]

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Travessia

(Brasil, 2017, 5’, dir. Safira Moreira)

 

Num ensaio visual íntimo e poético, Travessia procura registros fotográficos de famílias negras. Enquanto explora histórias pessoais, o filme gradualmente adota uma postura crítica em relação à estigmatização e quase ausência de retratos de pessoas negras. Finalmente, nos afetando com uma contra-narrativa visual sensível do que permaneceu invisível.