Joaosinho
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Joãosinho da Goméa - O Rei do Candomblé

(Brasil, 2019, 14’24’’, dir. Janaina Oliveira ReFem e Rodrigo Dutra)

O filme apresenta Joãosinho da Goméa como narrador principal de sua história: as músicas cantadas por ele, performances provocadoras e arquivos diversos ressaltam sua importância para as religiões de matriz africana. A Rainha Elizabeth II disse que se o candomblé tivesse um rei, seria Joãosinho da Goméa, o Rei do Candomblé.

Ficha Técnica

 

  • Roteiro e Direção: Janaina Oliveira ReFem e Rodrigo Dutra

  • Produção Executiva: Rodrigo Dutra

  • Produção: Carolina Braga

  • Diretor de Fotografia: Alexandre Rosa

  • Direção de Arte: Coletivo

  • Ator: Átila Bezerra

  • Voz: Victor Ferreira

  • Pesquisa: Uilton Oliveira, Tais Noronha, Rodrigo Dutra e Janaina Oliveira ReFem

  • Montagem: Walter Madeira

  • Correção de Cor e Foto Still: Zéca Vieira

  • Iluminação: Jon Thomaz

  • Som Direto: Lu Brasil

  • Desenho de Som: Marcelinho Ferreira

  • Maquiagem: Marcos Tavares

  • Cenotécnica: Maria de Jesus Lima

  • Arte Gráfica: Lucas Bileski

  • Costureiro: Marcos de Araujo

  • Catering: Marina Dutra

  • Assistente de Direção: Uilton Oliveira

  • Assistente de Produção: Marina Nery

  • Primeiro Assistente de Câmera: Felipe Carvalho

  • Segundo Assistente de Câmera: Jon Thomaz

  • Motoristas: Ezequiel Dutra e Antonio Marques

  • Segurança: Laelson Batista

  • Tradução: Carol Vilamaro (Inglês), Laura Menassé (Espanhol) e Andurá HeZain Melo Eiko (Francês)

  • Legendagem: Carol Vilamaro (Inglês), Janaina Oliveira ReFem (Espanhol) e Uilton Oliveira (Francês)

  • Empresa Produtora: Dunas Filmes

  • Finalização em DCP: Dunas Filmes

Sessões na Mostra

Online

14/09 a 19/09 - Plataforma TodesPlay

Presencial

14/09, às 15h30 (BRT) - Centro Cultural São Paulo

Sala Paulo Emílio | 99 lugares (limitados a apenas 40% da capacidade)

Rua Vergueiro, 1000 - Metrô Vergueiro - São Paulo

 

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16/09, de 19h às 21h (BRT), na Plataforma ZOOM 

Encontro RELIGIOSIDADE, ESTÉTICA E ANTIRRACISMO, com 

 

  • NÚCLEO DE ESTUDOS EM CORPOREIDADES NEGRAS, criado em 2018 com orientação da artista da dança e do audiovisual e educadora Kelly Santos, para investigar a presença do corpo negro nas artes, nos rituais e nos fenômenos sociais. Atualmente, estuda o tema dos encantados e da encantaria. 

 

  • EQUIPE DO FILME CAVALO: participam do encontro os atores e personagens do filme Joelma Ferreira, Alexandrea Constantino e Leide Serafim Olodum, e os diretores Rafhael Barbosa e Werner Salles.

SOBRE O ENCONTRO: Em parceria com a Oficina Cultural Alfredo Volpi, propõe diálogos sobre a presença do corpo negro nas artes, em especial no audiovisual, buscando na ancestralidade caminhos para expressões estéticas e políticas de futuro.

INSCREVA-SE AQUI, até 14/09.

#ExperiênciasDoCorpoEdaFé: O curta Joãosinho da Goméa - O Rei do Candomblé (Brasil, 2020) e o longa Cavalo (Brasil, 2019) integram o eixo temático da Mostra EXPERIÊNCIAS DO CORPO E DA FÉ: religiosidade, estética e antirracismo. Ambos filmes abordam a questão do corpo e da estética como expressão da própria identidade e ancestralidade, além de tocarem na questão do racismo religioso, que persegue e marginaliza religiões de matriz africana. Em Joãosinho da Goméa, o corpo expressa a religiosidade e a ideia de transgressão, pelas performances provocadoras que o babalorixá realizava para além dos terreiros: na cidade, no teatro, no carnaval, nas décadas de 1940 e 1950 no Rio de Janeiro. Joãozinho é lembrado como responsável por diversas inovações, misturas e adaptações rituais na criação de indumentárias e coreografias; e ainda pela questão da importância de pessoas LGBTQIA+ em terreiros e como lideranças religiosas.

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Sobre os realizadores

 

Janaina Oliveira Re.Fem é cineasta, publicitária, mestranda PPCulT/UFF, coordenadora de formação do Centro Afrocarioca de Cinema Zózimo Bulbul e dos Encontros de Cinema Negro Zózimo Bulbul Brasil, África, Caribe e outras Diásporas.  Diretora da JOR Produções foca seus trabalhos nas pessoas e culturas pretas, mulheres, suas causas e ações, associada da APAN. Em 2010 recebeu pelo MINC o Prêmio Cultura Hip Hop na categoria Conhecimento. Em sua filmografia estão os filmes: Documentário Rap de Saia - RJ, 2005, Série Re-Visão Cinemina, 2008, Documentário Mães do Hip Hop - RJ, 2010, Websérie Programa REConhecer (2012), Documentário Vírus Africano – Burkina Faso, 2011 e premiado curta documentário Joãosinho da Goméa – O Rei do Candomblé, 2020, indicado como melhor filme no 48ª Festival de Cinema de Gramado 2020 e os Prêmio de Melhor Filme no Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Arquivo 2020 e 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema 2020 e Menções Honrosas  27º Festival de Cinema de Vitória, Festival Curta o Curta e 14ª Visões Periféricas e entre outros.

Rodrigo Dutra dirigiu os documentários 1962 O Ano do Saque, Vento Forte do Levante, Armanda e Tv Olho todos exibidos em diversos festivais, alguns premiados e veiculados em Tv´s por assinatura. É técnico audiovisual no IACS/UFF, diretor executivo da Dutra Filmes e especialista em transmissão ao vivo multicâmeras. É mestre em Educação, Comunicação e Cultura em Periferias Urbanas/UERJ e um dos fundadores do Goméia Galpão Criativo.