Aline Motta - Puentes sobre Abismos _ Pontes sobre Abismos #03 2017 (1).jpg
barra-2.png
Pontes sobre
abismos

(Brasil, 2020, 72’, dir. Aline Motta)

Instigada pela revelação de um segredo de família, Aline partiu em uma jornada à procura de vestígios de seus antepassados. Ela viajou para áreas rurais no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, Portugal e Serra Leoa, pesquisando em arquivos públicos e privados e, ao mesmo tempo, criando uma contra-narrativa do que geralmente se conta sobre a forma como as famílias brasileiras foram formadas.

Ficha Técnica

 

  • Fotografia: Aline Motta

  • Câmera: Aline Motta

  • Câmera adicional: Bruno Elisabetsky

  • Edição: Fernando Lima

  • Videografismo e Finalização: Rafael Longo

  • Captação e Edição de Som: Bruno Elisabetsky

  • Trilha sonora: Aline Motta e Bruno Elisabetsky

  • Músico convidado: Ari Colares

  • Pesquisa: Aline Motta

  • Pesquisa genealógica: Aline Motta e Marcos Machado

Sessões na Mostra

Online

14/09 a 19/09 - Plataforma TodesPlay

Presencial

15/09, às 15h (BRT) - CFC Cidade Tiradentes

146 lugares (limitados a apenas 30% da capacidade)
Avenida Inácio Monteiro, 6900, bairro Cidade Tiradentes - São Paulo

16/09, às 15h30 (BRT) - Centro Cultural São Paulo

Sala Paulo Emílio | 99 lugares (limitados a apenas 40% da capacidade)

Rua Vergueiro, 1000 - Metrô Vergueiro - São Paulo

todesplay_horizonta_monob.png
barra-2.png

#ÁrvoreDaMemória: Os filmes Pontes Sobre Abismos (Brasil, 2017), Raízes (Brasil, 2020), Travessia (Brasil, 2017), Yellow Fever/ Febre Amarela (Quênia, Reino Unido, 2012) integram o eixo temático da Mostra ÁRVORE DA MEMÓRIA: busca da ancestralidade e combate ao apagamento e à invisibilidade. Esses filmes abordam, de maneira geral, dois temas principais e interrelacionados: o apagamento histórico das origens dos personagens – e suas buscas por restaurar a memória e a ancestralidade –, e o combate à invisibilização e embranquecimento dos corpos e das culturas que perpetuam o racismo. Em Ponte Sobre Abismos, a diretora procura informação sobre o pai de sua avó, e para isso mapeia narrativas ancestrais que permeiam as relações entre o continente africano e o Brasil, tanto no passado, quanto no presente, por meio de vestígios documentais de sua própria família.

17/09, de 10h às 13h (BRT), na Plataforma ZOOM 

Oficina CARTAS PARA UM FUTURO PRÓXIMO, com 

 

  • MICAELA CYRINO,  artista visual, educadora e ativista pelas pessoas negras vivendo com HIV. Atua como Consultora no Projeto "Awon Obirin - cuidando de quem cuida", a partir do fomento da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo e Educadora no Instituto Criar de TV e Cinema. Em 2015 participou da Sicaliptica-Residência artística “Cuerpo positivo” Quito-Equador, onde criou a performance Cura. Em 2009 foi palestrante no TEDx Vila Madá - Juventude e HIV/Aids e participou como palestrante na Conferência Mundial de Juventude Guanajato-México Adolescente e jovens vivendo com HIV/Aids. Fez parte do Intercâmbio Brasil/Jamaica Onu Mulheres- Mapeamento e intercâmbio de experiências entre adolescentes e jovens vivendo com HIV/Aids. Em 2008, fundou a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids.

SOBRE O ENCONTRO: Em parceria com a Oficina Cultural Alfredo Volpi. Propõe trabalhar a escrita criativa e compartilhamento de ideias sobre a possibilidade de imaginar o envelhecer, se projetando para o futuro, referenciando-se no passado.

INSCREVA-SE AQUI, até 14/09.

Aline Motta creditos Estudio Ophelia.jpg

Sobre a realizadora

 

Aline Motta nasceu em Niterói (RJ), vive e trabalha em São Paulo. É bacharel em Comunicação Social pela UFRJ e pós-graduada em Cinema pela The New School University (NY). Combina diferentes técnicas e práticas artísticas, mesclando fotografia, vídeo, instalação, performance, arte sonora, colagem, impressos e materiais têxteis. Sua investigação busca revelar outras corporalidades, criar sentido, ressignificar memórias e elaborar outras formas de existência. Foi contemplada com o Programa Rumos Itaú Cultural 2015/2016, com a Bolsa ZUM de Fotografia do Instituto Moreira Salles 2018 e com 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça 2019. Recentemente participou de exposições importantes como "Histórias Feministas, artistas depois de 2000" - MASP, “Histórias Afro-Atlânticas” - MASP/Tomie Ohtake. Abriu sua exposição individual "Aline Motta: memória, viagem e água" no MAR/Museu de Arte do Rio 2020.